No crepúsculo dos meus 33 anos, reencontrei uma cena grotesca: Lula e Reinaldo Azevedo, lado a lado, em harmonia. O mesmo Reinaldo que, com sarcasmo cortante, moldou minha indignação contra o lulopetismo nos áureos tempos da Veja. Hoje, porém, não passa de Arruinaldo, o “tetudo”: de arauto do antipetismo a mascote oficial do Planalto. Uma história de traição intelectual e metamorfose moral que diz muito mais sobre o Brasil do que sobre ele.
Entender... como entender amigos que diziam não ter políticos de estimação e agora brigam com todos os que não compartilham de seu amor incondicional por um....jornalistas podem estar com os soldos abastecidos, os amigos...ah até onde se vê, só voluntariado...
Lembro-me de, aunda nos meus primeiros anos de RJ, ler avidamente O País dos Petralhas II entre uma cerveja e um mergulho de mar, embriagado com o texto de quem, pra mim, naquele momento, poderia ser considerado um dos melhores escritores vivos do Brasil. O sentimento que me dá agora com relação a esse sujeito é indescritível dado o seu comportamento abjeto e servil a quem ele tanto bateu (e de quem ele apanhou!).
Perfeito! Difícil entender essa mudança de comportamento e caráter!
Muito bom!
É…
O verdadeiro Reinaldo Azevedo foi abduzido. Esse aí é um replicante. Única explicação para o fenômeno.
Entender... como entender amigos que diziam não ter políticos de estimação e agora brigam com todos os que não compartilham de seu amor incondicional por um....jornalistas podem estar com os soldos abastecidos, os amigos...ah até onde se vê, só voluntariado...
Lembro-me de, aunda nos meus primeiros anos de RJ, ler avidamente O País dos Petralhas II entre uma cerveja e um mergulho de mar, embriagado com o texto de quem, pra mim, naquele momento, poderia ser considerado um dos melhores escritores vivos do Brasil. O sentimento que me dá agora com relação a esse sujeito é indescritível dado o seu comportamento abjeto e servil a quem ele tanto bateu (e de quem ele apanhou!).